Projeto começa no turno da noite
Desenhamos a partir da condição mais difícil de operação, não da ideal. Se funciona quando a equipe está reduzida e cansada, funciona sempre.
Sobre a Vandrivoq
Nascemos dentro de plantas industriais, não em uma sala de reunião. Isso muda a forma como projetamos: o robô é a parte fácil; o difícil é caber na rotina de quem opera.
Começamos em 2015 com três engenheiros e um galpão emprestado em Diadema. A primeira célula que entregamos ainda roda hoje — e é isso que a gente vende: automação que envelhece bem.
Como tudo começou
Nosso jeito de trabalhar
A automação industrial no Brasil está cheia de projetos que impressionam na apresentação e travam no terceiro turno. A gente foi para o lado contrário: engenharia discreta, bem documentada, feita para durar e para ser mantida pela equipe que já está na planta.
Não vendemos um fabricante específico nem empurramos o equipamento mais caro. Definimos a tecnologia a partir do seu produto, do seu volume e da manutenção que a sua fábrica consegue sustentar no dia a dia.
Princípios
Desenhamos a partir da condição mais difícil de operação, não da ideal. Se funciona quando a equipe está reduzida e cansada, funciona sempre.
Trabalhamos com marcas consolidadas, mas a decisão é técnica. A fábrica não fica refém de um único catálogo de peças.
Treinamos quem vai operar e conservar o sistema. O objetivo é que a planta não dependa de nós para o dia a dia.
O contrato de suporte prevê manutenção preventiva e peças mapeadas por criticidade, com prazos de resposta acordados.
Quem conduz
Vinte anos entre integração de linha e projetos de segurança de máquina. Responde pela definição técnica de cada célula.
Cuida da programação dos manipuladores e da integração com os sistemas de produção existentes na planta.
Coordena a partida das células e o acompanhamento em campo nos primeiros meses de produção real.
Marque uma conversa com a engenharia. A gente entende o seu processo antes de falar em equipamento.
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