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Sobre a Vandrivoq

Gente de engenharia que conhece o barulho da fábrica.

Nascemos dentro de plantas industriais, não em uma sala de reunião. Isso muda a forma como projetamos: o robô é a parte fácil; o difícil é caber na rotina de quem opera.

Detalhe de maquinário industrial e componentes de automação em uma planta
Começamos em 2015 com três engenheiros e um galpão emprestado em Diadema. A primeira célula que entregamos ainda roda hoje — e é isso que a gente vende: automação que envelhece bem.

Como tudo começou

Nosso jeito de trabalhar

Menos promessa, mais chão de fábrica

A automação industrial no Brasil está cheia de projetos que impressionam na apresentação e travam no terceiro turno. A gente foi para o lado contrário: engenharia discreta, bem documentada, feita para durar e para ser mantida pela equipe que já está na planta.

Não vendemos um fabricante específico nem empurramos o equipamento mais caro. Definimos a tecnologia a partir do seu produto, do seu volume e da manutenção que a sua fábrica consegue sustentar no dia a dia.

  • Engenheiros que passam tempo na planta antes de propor qualquer coisa.
  • Documentação e treinamento sempre em português, com a sua equipe.
  • Compromisso de suporte que segue depois que a linha entra em produção.
Engenheiro ajustando parâmetros de um sistema de automação industrial

Princípios

Quatro coisas em que não abrimos mão

01 — Realidade

Projeto começa no turno da noite

Desenhamos a partir da condição mais difícil de operação, não da ideal. Se funciona quando a equipe está reduzida e cansada, funciona sempre.

02 — Independência

Sem casamento com fornecedor

Trabalhamos com marcas consolidadas, mas a decisão é técnica. A fábrica não fica refém de um único catálogo de peças.

03 — Transferência

Sua equipe no comando

Treinamos quem vai operar e conservar o sistema. O objetivo é que a planta não dependa de nós para o dia a dia.

04 — Continuidade

Suporte que não some

O contrato de suporte prevê manutenção preventiva e peças mapeadas por criticidade, com prazos de resposta acordados.

Quem conduz

A engenharia por trás dos projetos

HV
Helena Vasques Direção de engenharia

Vinte anos entre integração de linha e projetos de segurança de máquina. Responde pela definição técnica de cada célula.

DP
Diego Prado Programação de robótica

Cuida da programação dos manipuladores e da integração com os sistemas de produção existentes na planta.

NA
Nara Aoki Operação assistida

Coordena a partida das células e o acompanhamento em campo nos primeiros meses de produção real.

Quer conhecer o nosso trabalho de perto?

Marque uma conversa com a engenharia. A gente entende o seu processo antes de falar em equipamento.

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